Covid-19: REINO UNIDO REDUZ NÚMEROS PARA NÍVEIS DE SETEMBRO

O Reino Unido registou 04 mortes e 2.963 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os dados publicados pelo Governo britânico, satisfeito por ter reduzido os números para níveis de dezembro. 

“O vírus diminuiu, mas não está derrotado”, afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock, no parlamento, referindo que “o maior risco para o progresso é uma nova variante contra a qual as vacinas não respondam tão bem”. 

Foi nesse sentido que anunciou a interdição de viagens da Índia a partir de sexta-feira devido ao agravamento da situação epidémica naquele país.

Hancock, disse que já foram identificados 103 casos de uma nova variante identificada na Índia designada por B.1.617, cuja transmissibilidade e resistência às vacinas ainda estão a ser investigadas.  

As autoridades britânicas reforçaram também a testagem em alguns bairros de Londres para controlar surtos locais da variante descoberta na África do Sul (B.1.351), da qual já foram identificados 557 casos desde dezembro. 

Entre 13 e 19 de abril, o número de mortes desceu 26,9% e o número de infeções 10% relativamente aos sete dias anteriores, sendo a média diária de 25 mortes e 2.469 casos.

O total oficial desde o início da pandemia passou assim para 127.274 óbitos confirmados em 4.390.783 casos. 

Na quinta-feira, data dos números mais recentes disponíveis, estavam hospitalizadas 2.186 pacientes, o valor mais baixo desde 27 de setembro.  

No total, 32.932.448 pessoas foram imunizadas com uma primeira dose, das quais 10.152.039 já receberam uma segunda dose, administrada com um intervalo de entre três e 12 semanas.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.020.765 mortos no mundo, resultantes de mais de 141,2 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.946 pessoas dos 831.221 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

BM // EL

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