EMIGRANTES ENTRAM HOJE EM GRANDE NÚMERO EM PORTUGAL NA MAIORIA VINDOS DE FRANÇA

Almeida, Guarda, 01 ago – Tal como todos os anos, membros do Governo português receberam, no primeiro de Agosto, nas fronteiras terrestres os emigrantes portugueses que chegam para passar a férias de Verão em Portugal. Desta feita, estiveram presentes a secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar, a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, e o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, entre outros responsáveis.

Há chegada, num gesto caricato, os emigrantes são alertados e recebidos com conselhos sobre cuidados a ter para evitar incêndios, acidentes rodoviários e contágio por covid-19.

Depois das boas vindas, os portugueses residentes no estrangeiro, são também alertados por uma campanha que tem como principal objetivo a redução do número de acidentes durante os trajectos longos e depois das saídas nocturnas, dá este ano uma atenção especial à prevenção da covid-19.

“Fizeram boa viagem?” – pergunta da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, a uma família de Manteigas que está emigrada em França.

A governante questionou se a família sempre pensou em deslocar-se a Portugal de férias ou se teve dúvidas, devido à pandemia, mas obteve como resposta que a decisão pela viagem foi tomada porque “é o país que chama”.

O movimento de entrada de viaturas de matrícula estrangeira em Portugal, pela fronteira de Vilar Formoso, foi intenso durante a manhã de hoje, estando a ser superior ao verificado no mês de julho.

Segundo o coronel Cunha Rasteiro, comandante do Comando Territorial da GNR da Guarda, em anos anteriores, costumavam entrar em Portugal entre 25 a 30 mil veículos e, este ano, pelos indicadores disponíveis, esse cenário “não vai fugir muito à normalidade”.

Durante a manhã entraram por Vilar Formoso “cerca de 500 veículos por hora”, referiu.

No entanto, Luciana Gouveia, coordenadora da associação Cap Magellan, adiantou  que as “pessoas que habitualmente vinham de avião, preferem, este ano, vir de carro, sentem-se mais seguras dentro do veículo, há uma espécie de sensação de bolha de segurança”

Na maioria das viaturas eram procedentes de França.

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