Portugal na final europeia de Sub-19

A selecção portuguesa de futebol de sub-19, detentora do troféu, impôs hoje a ‘lei do mais forte’ e venceu por 4-0 a República da Irlanda, apurando-se pelo terceiro ano seguido para a final do Europeu da categoria.

Na meia-final, Vítor Ferreira colocou Portugal em vantagem, aos 31 minutos, de grande penalidade, antes de Gonçalo Ramos anotar um ‘hat-trick’, aos 45+2, 59 e 90+6, apurando a selecção nacional para a decisão, na qual vai defender o título conquistado no ano passado, na Finlândia.

Esta será 13.ª final europeia que a equipa das ‘quinas’ vai disputar, a quinta no escalão de sub-19, depois das presenças nas decisões de 2003, 2014, 2017 e 2018. As restantes oito finais de Portugal dividem-se entre Torneio Internacional de Juniores e Europeu de sub-18, provas que antecederam os sub-19.

Na final, o conjunto orientado por Filipe Ramos terá pela frente Espanha ou França, que se defrontam hoje, sendo que a selecção nacional se cruzou com os espanhóis na fase de grupos, numa partida que terminou empatada 1-1.

A superioridade lusa na meia-final nunca foi colocada em causa, perante um adversário que entrou com a clara intenção de adiar ao máximo o golo de Portugal, que esteve perto de surgir, num remate de Fábio Vieira.

O primeiro tento luso chegaria à passagem da meia hora, numa grande penalidade cometida sobre João Mário e que o ‘capitão’ Vítor Ferreira não desperdiçou.

A resposta irlandesa chegou logo de seguida e no espaço de dois minutos, por Coffey e McGuinness, valendo à seleção nacional um corte providencial de Costinha, primeiro, e a barra, depois.

Em cima do intervalo, Gonçalo Ramos, que tinha falhado um cabeceamento segundos antes, aumentou a vantagem lusa, na sequência de uma jogada de Félix Correia, situação que quase era repetida no arranque da etapa complementar, desta feita com o avançado do Benfica a falhar o desvio.

No entanto, Gonçalo Ramos – um médio de origem que foi transformado em avançado nas últimas épocas no Benfica – estava decidido a ‘brilhar’ e à hora de jogo aumentou a vantagem, correspondendo da melhor forma a uma iniciativa do ‘irrequieto’ João Mário.

Com um avanço mais do que seguro, assente na superioridade exercida sobre a República da Irlanda, o treinador Filipe Ramos foi gerindo a vantagem e fazendo descansar elementos cruciais, já a pensar na final.

Ainda assim, e depois de Celton Biai ter negado o golo aos irlandeses, ainda houve tempo para novo tento luso, novamente da autoria de Gonçalo Ramos, que assinou o ‘hat-trick’ e assumiu a liderança dos melhores marcadores na prova, com quatro golos.

Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID)

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