Morreu o antigo piloto Niki Lauda, lenda da Fórmula 1

Antigo piloto de 70 anos era o atual presidente não executivo da Mercedes.

Morreu esta segunda-feira aos 70 anos o antigo piloto de Fórmula 1, Niki Lauda.

Um dos nomes incontornáveis do automobilismo mundial, o austríaco Niki Lauda, foi tricampeão do mundo de Fórmula 1 e era atualmente o presidente não executivo da Mercedes.

Em 2018 passou por um transplante de pulmão e esteve internado durante dois meses.

No início de 2019 o tricampeão do mundo de Fórmula 1 foi novamente transportado para o hospital onde esteve internado mais de dez dias.

Esta segunda-feira acabou por morrer, ao lado da família, após várias complicações renais, segundo as primeiras informações divulgadas pela imprensa internacional.

“É com profunda tristeza que anunciamos que o nosso amado Niki morreu pacificamente com a sua família esta segunda-feira, 20 de maio de 2019”, pode ler-se num email divulgado pela família.

Niki Lauda estava casado com Birgit Wetzinger desde 2009. Tiveram dois filhos, gémeos, Max e Mia.

Entre 1976 e 1991, o antigo piloto teve um relacionamento com Marlene Knaus, com quem teve dois filhos, Mathias e Lukas. O tricampeão do mundo de Fórmula 1 tinha ainda um outro filho fora desse casamento, Christopher.

Carreira de superação

Niki Lauda nasceu em 1949 e desde cedo decidiu fazer carreira no automobilismo, mesmo contra a vontade da família.

Niki contraiu um empréstimo no banco e investiu na sua própria carreira. Começou na Fórmula 2 mas rapidamente se destacou e foi convidado a correr na Fórmula 1. Estreou-se no GP da Áustria em 1971.

A ascensão continuou e em 1974 foi contratado pela Ferrari onde viria a conquistar dois dos seus títulos de campeão mundial de Fórmula 1.

Em 1976 esteve envolvido num grave acidente na famosa pista de Nürburgring, na Alemanha. Acabou por recuperar, quase de forma milagrosa, e 43 dias depois estava de volta aos treinos. Abandonou a Ferrari pouco tempo após a conquista do seu segundo título de campeão do mundo.

Chegou a correr pela equipa da Brabham, no entanto, não se conseguiu destacar e abandonou as pistas para fundar uma companhia aérea, a Lauda Air.

A paixão voltou a falar mais alto e em 1982 decidiu voltar às pistas e aceitou uma proposta milionária para correr pela McLaren. Aos 33 anos, Lauda regressou, mas não conseguiu voltar a sagrar-se campeão do mundo.

Título esse que acabou por chegar em 1984, no circuito do Estoril em Portugal. Num campeonato épico, disputado ao milésimo de segundo, com Alain Prost, que procurava o seu primeiro título, tudo ficou decidido na última corrida.

Embora Alain Prost tenha vencido essa corrida, a Niki Lauda bastava o segundo lugar para se sagrar campeão. E assim foi.

Niki Lauda sagrou-se tricampeão do mundo no circuito do Estoril, em Portugal, a representar a McLaren.

Depois de abandonar o lugar de piloto chegou ainda a ser dirigente da Ferrari, da Jaguar e por último, da Mercedes.

Em 2018 passou por um transplante de pulmão e esteve internado durante dois meses.

No início de 2019 o tricampeão do mundo de Fórmula 1 foi novamente transportado para o hospital onde esteve internado mais de dez dias.

Esta segunda-feira acabou por morrer, ao lado da família, após várias complicações renais, segundo as primeiras informações divulgadas pela imprensa internacional.

“É com profunda tristeza que anunciamos que o nosso amado Niki morreu pacificamente com a sua família esta segunda-feira, 20 de maio de 2019”, pode ler-se num email divulgado pela família.

Niki Lauda estava casado com Birgit Wetzinger desde 2009. Tiveram dois filhos, gémeos, Max e Mia.

Entre 1976 e 1991, o antigo piloto teve um relacionamento com Marlene Knaus, com quem teve dois filhos, Mathias e Lukas. O tricampeão do mundo de Fórmula 1 tinha ainda um outro filho fora desse casamento, Christopher.

Carreira de superação

Niki Lauda nasceu em 1949 e desde cedo decidiu fazer carreira no automobilismo, mesmo contra a vontade da família.

Niki contraiu um empréstimo no banco e investiu na sua própria carreira. Começou na Fórmula 2 mas rapidamente se destacou e foi convidado a correr na Fórmula 1. Estreou-se no GP da Áustria em 1971.

A ascensão continuou e em 1974 foi contratado pela Ferrari onde viria a conquistar dois dos seus títulos de campeão mundial de Fórmula 1.

Em 1976 esteve envolvido num grave acidente na famosa pista de Nürburgring, na Alemanha. Acabou por recuperar, quase de forma milagrosa, e 43 dias depois estava de volta aos treinos. Abandonou a Ferrari pouco tempo após a conquista do seu segundo título de campeão do mundo.

Chegou a correr pela equipa da Brabham, no entanto, não se conseguiu destacar e abandonou as pistas para fundar uma companhia aérea, a Lauda Air.

A paixão voltou a falar mais alto e em 1982 decidiu voltar às pistas e aceitou uma proposta milionária para correr pela McLaren. Aos 33 anos, Lauda regressou, mas não conseguiu voltar a sagrar-se campeão do mundo.

Título esse que acabou por chegar em 1984, no circuito do Estoril em Portugal. Num campeonato épico, disputado ao milésimo de segundo, com Alain Prost, que procurava o seu primeiro título, tudo ficou decidido na última corrida.

Embora Alain Prost tenha vencido essa corrida, a Niki Lauda bastava o segundo lugar para se sagrar campeão. E assim foi.

Niki Lauda sagrou-se tricampeão do mundo no circuito do Estoril, em Portugal, a representar a McLaren.

Depois de abandonar o lugar de piloto chegou ainda a ser dirigente da Ferrari, da Jaguar e por último, da Mercedes.

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